Patrimônio = R$ 2’398’162,40
Aporte = R$ 6’495,31 (0,27% patrimônio)
Rentabilidade = 2,75%, acumulado 12m = 6,29%
Inflação = 1,40%, acumulado 12m = 2,93%
CDI = 1,09%, acumulado 12m = 14,71%
Renda dos FII = R$ 5’610,86
Renda da PP = R$ 5’572,88
Renda do Tesouro = R$ 1’344,17
Renda Total = R$ 12’527,91
Renda máxima utilizável 2026 (TSR 5,2%) = R$ 10’500
Piso de renda 2026 = R$ 9’000
Plano de investimento para 2026:
Comprar pelo menos R$ 2’500 em cotas de FII por mês.
Comprar pelo menos 1,3 título Renda+ 2035 por mês.
Elevar a reserva de emergência visando comprar um carro.
Finalmente um mês positivo esse ano. O total acumulado de perdas nos 3 primeiros meses foi de 110k. Esse mês recuperou 65k. Desafiador o tal de viver de renda, mesmo com toda a matemática calculada, é difícil na prática continuar gastando tranquilo enquanto o patrimônio derrete. Quando eu tinha aportes relevantes ainda dava para ter o consolo de comprar barato, agora as quedas são apenas desagradáveis. Como as quedas fazem parte do jogo e não vão parar de acontecer, me resta lidar o melhor possível com isso.
Como curiosidade a parte dolarizada meu patrimônio ultrapassou os U$100k. Continuo enviando dinheiro ao exterior aproveitando esse respiro na cotação do dólar.
Expectativa zero para essa eleição. Não existe debate algum de projeto de nação, nem de direita, nem de esquerda, nem do executivo, nem do legislativo, nem do judiciário. Existem apenas projetos de poder, lobbys, populismo barato e discussões rasas. Enquanto isso o país enfrenta desafios cada vez maiores, e até uma reforma tributária de criação de um imposto único, que parecia boa para descomplicar, acabou sendo deturpada até o osso virando uma guerra de lobbys para proteger privilégios, o que resultou na criação não de um, mas dois impostos e um monte de isenções arbitrarias resultaram na expectativa da maior alíquota de imposto desse tipo no mundo. Além de prever alíquotas diferentes, para uma alíquota que deveria ser única, com o tal imposto do pecado, o que só vai complicar o que deveria ser simples, abrindo brechas para complicar ainda mais no futuro. Ainda mais sabendo da cabecinha dos ladrões que estão no poder, onde os rolex deles, os carros de graça, os bilhões gastos rodando o mundo é belo e moral, mas para o povo ter um carro, ou uma segunda televisão é “pecado” e deve ser taxado sem dó.
Para não ficar apenas criticando os políticos, eles não existem no vácuo. Eles reagem a incentivos. Então apresentar um projeto de 200 páginas, super bem feito, buscando o que foi feito em lugares que deram certo, não dá voto. O que dá voto é fazer um corte curto, lacrando ou mitando, e mexendo com as emoções do eleitor.
Para não ficar só no choro, como mudar isso? Como eu não tenho nem ideia de como arrumar esse sistema quebrado (é muito mais cômodo apenas criticar). Então fui perguntar para a IA. As soluções que ela deu foram:
Voto Distrital Puro.
Onde o político responde a um bairro ou região específica. Se ele gastar o bilhão no cartão e não trouxer a melhoria para o distrito dele, ele não consegue se esconder atrás da legenda. Acaba com os “puxadores” de voto, tipo Tiririca e Caneta azul. Fica mais fácil o eleitor pressionar o "deputado do bairro" do que um ente abstrato em Brasília.
Educação Financeira e Tributária.
Enquanto o eleitor médio não se der conta de que trabalha 5 meses por ano só para pagar o Estado, não há chance de mudança, pois ele acredita que recebe as coisas de graça.
Fim do Financiamento Público de Campanha.
Enquanto os políticos tiverem R$ 5 bilhões do nosso dinheiro para se promoverem, eles nunca precisarão ser eficientes ou honestos.
Votar com os pés.
Sim, a IA reconheceu que são mudanças muito difíceis de conseguir e que talvez a única solução individual possível seja o terminal 3 do aeroporto de Guarulhos. Achei engraçado essa.
Ad augusta, per angusta.
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